Marcos da Reforma Tributária

2026: fase de adaptação (alíquota-teste + obrigações acessórias). 2027: implantação plena (CBS integral + substituição de PIS/Cofins).

✅ Transição iniciada
Marco atual (desde 01/01/2026) Fase atual
01/01/2026
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Tempo decorrido desde o início da transição.
🚀 Próxima etapa: CBS integral
Fim PIS/Cofins + novas rotinas
01/01/2027
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Contagem regressiva para o próximo marco.
📡 Atualizações
Tradição & Tecnologia agora também na Reforma Tributária

Bem-vindo ao RT Compulaser
Portal oficial da Reforma Tributária 360º da Compulaser Contabilidade.

O RT Compulaser reúne, em um só lugar, os principais conteúdos, orientações e ferramentas que a nossa equipe desenvolve sobre a Reforma Tributária. É um portal pensado para empresários, gestores e equipes que precisam entender, com clareza e segurança, como as mudanças entre 2026 e 2033 vão impactar o dia a dia dos negócios.

📌 Conteúdo técnico com linguagem acessível 📘 Foco em empresas que querem se antecipar 🤝 Integração com o atendimento consultivo Compulaser

O que é o RT Compulaser?

A Reforma Tributária muda a forma como impostos sobre consumo serão cobrados no Brasil. Isso atinge diretamente preço, margem, fluxo de caixa, competitividade e riscos fiscais. O RT Compulaser nasceu para conectar a nossa experiência em contabilidade, tecnologia e gestão com essa nova realidade, organizando tudo em um ambiente único e em constante evolução.

Visão técnica aplicada ao negócio

Analisamos a legislação (EC, leis complementares, normas) e trazemos para o dia a dia da sua empresa: regime tributário, operações, benefícios fiscais e riscos de autuação. Menos teoria solta, mais impacto nos números e nas decisões estratégicas.

Conteúdos vivos e atualizados

A Reforma Tributária é uma transição de anos, não um evento pontual. Por isso, o RT Compulaser será continuamente atualizado com novos materiais, orientações e alertas sempre que houver mudanças relevantes, decisões e regulamentações que afetem os clientes e parceiros.

Diagnóstico & acompanhamento

Além dos conteúdos abertos, oferecemos diagnósticos personalizados, simulações de cenários e acompanhamento próximo da sua empresa, integrando contabilidade, fiscal, controladoria e gestão para apoiar decisões com base em dados e cenários concretos. Consulte orçamento.

Linha do tempo da Reforma Tributária

A transição para o novo sistema tributário não acontece de um dia para o outro. A seguir, um resumo visual dos principais marcos entre 2026 e 2033, para apoiar o planejamento da sua empresa e conectar cada etapa às decisões que precisam ser tomadas ao longo do caminho.

2026
Início da transição
Início da cobrança com alíquota-teste de IBS 0,1% e CBS 0,9%. Os valores apurados poderão ser utilizados para compensação com outros tributos federais.

Há convivência entre o regime atual e o regime novo.

Os Documentos Fiscais Eletrônicos (DF-e) passam a destacar a base de cálculo e os valores correspondentes ao IBS e à CBS.

Os contribuintes ficam dispensados do recolhimento do IBS e da CBS referentes aos fatos geradores de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2026, desde que cumpram corretamente as obrigações acessórias exigidas pela legislação.

Adaptação de Empresas: As empresas, com exceção das optantes pelo Simples Nacional, deverão se adequar para informar o IBS e a CBS na emissão de notas fiscais eletrônicas (NF-e e NFC-e). Isso exige a atualização de sistemas e processos internos.
Preparação interna
2027–2028
Coexistência de modelos e virada da CBS
2027: Extinção do PIS/Pasep, da Cofins e do PIS/Cofins-Importação, com substituição integral pela CBS.

Redução a zero do IPI (exceto para produtos com industrialização incentivada na Zona Franca de Manaus).

Início da cobrança do Imposto Seletivo (IS) e do split payment em operações específicas.

A cobrança de 0,1% de IBS e 0,9% de CBS, iniciada em 2026 como período de teste, continua, mas os valores passam a integrar efetivamente o novo sistema, deixando de ser apenas para compensação. Há convivência entre o regime atual e o regime novo, exigindo ajustes em precificação, margens e controles fiscais.

2028: Esse período marca a preparação para a entrada plena do IBS, com necessidade de revisitar cadastros, parametrizações e contratos de médio e longo prazo, garantindo aderência ao modelo definitivo que será ampliado a partir de 2029.
Virada da CBS
2029–2032
Transição ICMS / ISS → IBS
2029: Início da transição plena do IBS, que passa a ser cobrado com 10% da carga total, enquanto ICMS/ISS permanecem com 90%. Benefícios fiscais vinculados ao ICMS e ao ISS começam a perder efetividade, entrando em fase de redução proporcional.

2030: O IBS aumenta para 20% da carga total e ICMS/ISS passam para 80%, com redução ainda maior dos incentivos fiscais atualmente aplicáveis nesses tributos.

2031: O IBS sobe para 30% e ICMS/ISS reduzem para 70%. Programas de benefícios, créditos presumidos e tratamentos diferenciados passam a ter impacto reduzido, exigindo revisão estratégica de operações e estruturas.

2032: O IBS atinge 40% da carga total e ICMS/ISS caem para 60%. A maior parte dos incentivos fiscais relacionados ao modelo antigo se torna residual, preparando o terreno para a substituição completa a partir de 2033.
Planejamento Tributário Estratégico
2033+
Nova era tributária
Vigência plena do IVA Dual: O sistema passa a operar integralmente com o IBS (competência compartilhada entre estados, DF e municípios) e a CBS (competência da União), ambos plenamente vigentes e substituindo o modelo anterior.

Extinção dos tributos antigos: ICMS, ISS, PIS e Cofins são definitivamente substituídos pelo IBS e pela CBS, encerrando a estrutura tributária baseada em múltiplos impostos cumulativos e regimes distintos.

Conclusão da transição: O ciclo gradual iniciado em 2026 é finalizado. Durante esse período, as alíquotas dos tributos antigos foram reduzidas progressivamente, enquanto IBS e CBS foram sendo implementados e ampliados até atingirem sua carga total definitiva.
Eficiência Fiscal Contínua

Impactos esperados por tipo de atividade

A Reforma Tributária afeta cada modelo de negócio de forma diferente. Abaixo, um resumo dos impactos esperados por tipo de atividade, combinando visão prática e análise técnica.

Serviços

Setor intensivo em mão de obra e, muitas vezes, com pouca tomada de crédito. Em muitos casos, a Reforma tende a elevar a carga efetiva.

  • Tendência de aumento da carga em muitos casos.
  • Regimes profissionais com reduções parciais, mas ainda sensíveis.
  • Importante revisar precificação e contratos de longo prazo.
  • Revisão de contratos com cláusulas de repasse tributário.
  • Ajustes em retenções, classificação de serviços e emissão de NF.

Comércio

O impacto varia conforme o mix de produtos, cadeia de fornecimento e uso de benefícios atuais (como ST e incentivos estaduais).

  • Impacto variável conforme mix de produtos e cadeia.
  • Créditos de IBS/CBS ao longo da cadeia ganham protagonismo.
  • Gestão de estoque e classificação fiscal se torna crítica.
  • Fim gradual da substituição tributária em diversos segmentos.
  • Necessidade de revisar contratos de fornecimento e políticas de preço.

Indústria

A indústria tende a se beneficiar do crédito financeiro amplo, mas deverá revisar incentivos, cadeia logística e planejamento de investimentos.

  • Em muitos cenários, possibilidade de redução de carga.
  • Crédito amplo sobre insumos e investimentos.
  • Planejamento de CAPEX e cadeia de suprimentos é chave.
  • Revisão de incentivos estaduais e créditos presumidos que serão reduzidos.
  • Ajustes em operações interestaduais, exportações e formação de preços.

Saúde

Segmento com forte regulação, intensa utilização de mão de obra e contratos de longo prazo, exigindo leitura cuidadosa da Reforma.

  • Variação da carga conforme natureza do serviço (hospitalar, clínico, diagnóstico).
  • Revisão de contratos com operadoras e prestadores (glosas x repasse tributário).
  • Créditos mais amplos podem reduzir custos indiretos e administrativos.
  • Análise de isenções e tratamentos diferenciados mantidos ou extintos.
  • Revisão do enquadramento de serviços médicos, hospitalares e laboratoriais.

Terceiro Setor

Entidades sem fins lucrativos precisarão validar imunidades, regimes especiais e a tributação de receitas acessórias sob o novo modelo.

  • Revisão da imunidade aplicada às atividades essenciais.
  • Análise da incidência de IBS/CBS em receitas não imunes.
  • Adequação de convênios, contratos de gestão e parcerias.
  • Mapeamento de atividades-meio e seus impactos tributários.
  • Atualização de estatuto social, governança e compliance documental.

Simples Nacional

Simples Nacional — entenda como o regime será afetado pela Reforma Tributária e quais decisões estratégicas cada empresa deverá avaliar.

Modelos:

  • Simples Puro → Crédito limitado para o comprador.
  • Simples Híbrido → Crédito amplo de IBS/CBS para o cliente.
  • Troca de Regime → Permitida 1 vez por semestre, conforme regulamentação.

Principais impactos da Reforma

  • 🔄 Regime Híbrido e recolhimento na cadeia
    Empresas do Simples que atuam no meio da cadeia poderão optar por destacar IBS/CBS para gerar crédito ao comprador. Caso não o façam, podem precisar conceder desconto aproximado de 8% para manter competitividade.
  • 📉 Perda de competitividade
    Os percentuais de crédito repassados ao adquirente foram reduzidos de 9,25% para cerca de 1,02%–1,10%, diminuindo o aproveitamento de crédito e podendo gerar perda de competitividade frente a empresas do regime normal.
  • 🚫 Vedação ao retorno após mudança
    Empresas que migrarem ao Regime Híbrido e solicitarem ressarcimento de créditos ficarão impedidas de retornar ao Simples Nacional por 2 anos.
  • 💡 Oportunidade estratégica
    O Regime Híbrido pode ser vantajoso para empresas com margens reduzidas, permitindo destacar IBS/CBS, gerar créditos ao comprador e aproveitar créditos de despesas no cálculo “por fora”, mantendo a contribuição previdenciária (INSS) “por dentro” do Simples.

Cada empresa precisa de simulações próprias, considerando faturamento, margens, perfil de clientes e fornecedores.

Parceria

Como a COMPULASER pode apoiar sua empresa na Reforma

Mais do que “apurar impostos”, nossa função é traduzir a Reforma para o seu negócio, apoiar decisões e acompanhar a execução do plano ao longo de toda a transição 2026 → 2033.

🔎

1. Diagnóstico

Leitura da Reforma à luz da sua empresa: regime atual, operações, benefícios fiscais e exposição a riscos.

📊

2. Simulações de cenários

Comparativos entre Simples, Presumido e Real, com e sem regimes específicos, projetando carga e fluxo de caixa.

🛠️

3. Implementação

Revisão de processos fiscais, cadastros, DF-e, contratos e políticas de preços para aderir ao novo modelo.

🎓

4. Treinamento

Capacitação de líderes e equipes, criação de rotinas e indicadores para acompanhar a transição no dia a dia.

🔁

5. Acompanhamento contínuo

Monitoramento de normas, ajustes de rota e reuniões periódicas para revisar resultados e novas oportunidades.

FAQ técnico

Respostas objetivas para as dúvidas mais comuns. Para decisões de preço, margem, contratos e regime tributário, recomendamos simulações e diagnóstico por empresa.

O que é a Reforma Tributária do Consumo (RTC)?
É a mudança que substitui gradualmente tributos sobre consumo (PIS/COFINS, ICMS e ISS) por CBS (federal) e IBS (estadual/municipal), formando um IVA Dual. Também cria o Imposto Seletivo (IS) para itens prejudiciais à saúde/meio ambiente.
Quais tributos “saem” e quais “entram”?
Saem (gradualmente): PIS, COFINS, ICMS e ISS. Entram: CBS (União) e IBS (Estados/DF/Municípios).
O que é “IVA Dual” na prática?
Significa dois IVAs com regras harmonizadas (base ampla, não cumulatividade, regras de crédito), mas arrecadação separada: CBS para União e IBS para Estados/Municípios.
Qual é a grande “virada de chave” da reforma?
A tributação passa a seguir o destino (onde está o consumidor/adquirente) — e isso muda preço, margens, estratégia comercial e logística. Não é só “cálculo fiscal”.
IBS e CBS serão “por dentro” ou “por fora”?
A lógica é por fora: IBS/CBS não integram sua própria base de cálculo (e também não entram na base do IS).
Quando começa a valer?
Existe transição. Em 2026 há cobrança “de teste” com IBS 0,1% e CBS 0,9%, com regras de dispensa do recolhimento para quem cumprir obrigações acessórias (conforme a lei).
Quando PIS/COFINS são substituídos pela CBS?
A transição prevê a substituição do PIS/COFINS pela CBS em 2027.
E o ICMS/ISS, quando acabam?
A transição do ICMS/ISS é gradual até a extinção no novo modelo, culminando com IBS definitivo no fim do período de transição (marcos de 2029 a 2033 aparecem na linha do tempo).
O que é “nota fiscal padrão nacional” e por que importa?
A RTC caminha para padronização nacional da documentação fiscal para bens e serviços, o que afeta ERP, cadastros, regras de tributação e conformidade.
IBS/CBS incidem sobre quais operações?
Sobre operações com bens materiais/imateriais (inclusive direitos) e serviços, e também sobre importações, mesmo por quem não é contribuinte habitual (conforme regras legais).
Operações “não onerosas” podem ser alcançadas?
A lei trata hipóteses em que operações não onerosas podem entrar no radar (ex.: brindes/bonificações/transferências), conforme definição legal de fornecimento/contraprestação.
Como funciona a cobrança no destino?
O IBS, por exemplo, é o somatório das alíquotas do Estado + Município do destino, e a lei complementar define critérios de destino (entrega, disponibilização, domicílio do adquirente/destinatário, etc.).
Qual será a alíquota?
A alíquota “cheia” ainda é tema sensível, mas a referência discutida gira em torno de 26,5% (com projeções e testes). Há previsão de avaliação e medidas se a soma ultrapassar esse patamar, conforme regramento.
IBS e CBS serão não cumulativos?
Sim — a regra geral é não cumulatividade ampla, com crédito sobre aquisições, exceto limites (ex.: uso/consumo pessoal, conforme lista legal).
O que muda no “crédito” em relação ao sistema atual?
A lógica prática é: crédito precisa de documento fiscal correto e tende a ficar mais ligado ao imposto efetivamente recolhido (muito conectado ao split payment e/ou recolhimento pelo adquirente).
O que é Split Payment?
É um mecanismo em que, no pagamento, o sistema separa automaticamente a parte do tributo e recolhe ao fisco (IBS/CBS), em vez de o imposto “passar” pelo caixa do fornecedor.
Quais impactos do Split Payment no fluxo de caixa?
Pode reduzir capital de giro do fornecedor, aumentar a importância de conciliações e travas operacionais e mudar negociação de prazos (porque o imposto deixa de “financiar” a operação).
O ressarcimento de créditos será rápido?
A lei prevê prazos e tratamentos (ex.: prazos menores para contribuintes em programas de conformidade; prazos maiores nos demais casos). Na prática, isso vira ponto crítico de planejamento.
Haverá regimes diferenciados (alíquotas reduzidas/zero)?
Sim. A LC traz hipóteses de redução e alíquota zero para itens/serviços essenciais (cesta básica, saúde, educação, etc.) e também regras para profissões regulamentadas (redução específica).
O que são regimes “específicos”?
São setores com regras próprias (ex.: combustíveis, serviços financeiros, planos de saúde, bens imóveis, turismo/hotelaria, etc.), para evitar distorções pela regra geral.
Como fica o setor de serviços?
Tende a ter aumento de carga em muitos casos, mas depende do modelo (insumos, estrutura de custos, possibilidade de crédito e formação de preço).
Como fica comércio e indústria?
O impacto é variável: comércio depende muito de cadeia e precificação; indústria pode ter redução em alguns cenários pelo crédito amplo — mas não é automático.
E o Simples Nacional “acaba”?
Não. O Simples permanece, mas surge o debate do Simples híbrido e efeitos de competitividade na cadeia (crédito repassado, decisão por recolher “por fora” etc.).
A reforma “simplifica tudo”?
Ela troca um tipo de complexidade por outra: pode simplificar base e lógica de incidência, mas aumenta a exigência de dados corretos, rastreabilidade, tecnologia, conciliação e gestão de créditos.
Quais áreas da empresa serão mais impactadas?
Além do fiscal: comercial/precificação, compras, financeiro (fluxo de caixa), contratos, TI/ERP, logística e cadastro.
O que preciso ajustar no ERP/sistema?
No mínimo: regras de destino, destaque/tributação correta, parâmetros por operação, tratamento de crédito, integração com pagamentos (split) e auditoria de dados.
Por que “cadastro” vira assunto estratégico?
Porque erro de NCM/NBS, tributação, natureza da operação, localização/destino e condições comerciais pode virar perda de crédito, autuação e margem errada.
O que muda na formação de preço?
Você sai do “cálculo mental” do por dentro/origem e entra num modelo que exige simulação por destino, cadeia e crédito, para proteger lucro.
Contratos de longo prazo precisam de revisão?
Sim: cláusulas de reajuste, repasse de tributos, reequilíbrio e gatilhos de transição (principalmente B2B e contratos com o poder público).
Quais “erros caros” devo evitar desde já?
  • Ignorar a transição e “deixar para 2027/2029”.
  • Não simular efeito no caixa (split + ressarcimento).
  • Não tratar precificação e compras como parte do projeto.
  • Não preparar time e sistemas.
As informações do site têm base em quê?
Base principal: EC 132/2023 e LC 214/2025, além de materiais técnicos de apoio e atualizações oficiais/operacionais.
Isso é consultoria tributária individual?
Não. O site entrega conteúdo técnico e direcionamento prático, mas cada empresa precisa de análise de operação, cadeia, contratos e sistemas.
Com que frequência o conteúdo é atualizado?
Atualizamos sempre que houver publicação relevante (normas, orientações e marcos da implementação), priorizando impactos práticos.
Como sei o que é “regra” e o que é “tendência”?
Regra: está na Constituição/LC
Tendência: depende de regulamentação/ato operacional
Exemplo/simulação: depende do seu cenário
Onde encontro materiais para implementação?
Na biblioteca do RT Compulaser você encontra e-books, checklists, boletins e guias práticos para apoiar decisões de cadastro, ERP, precificação, compras e fluxo de caixa.

Mitos & verdades da Reforma

Um bloco direto para alinhar expectativas e reduzir ruído na tomada de decisão.

❌ Mito “A Reforma vai reduzir impostos para todo mundo.”
Depende do setor, cadeia de créditos, margem e destino das vendas.
✅ Verdade “IBS e CBS substituem ICMS, ISS, PIS e COFINS.”
A substituição é gradual, com período de transição.
✅ Verdade “A tributação vai mudar do ‘origem’ para o ‘destino’.”
O imposto passa a considerar onde está o consumidor/adquirente, mudando preço e estratégia.
❌ Mito “O fiscal sozinho resolve a implementação.”
Envolve comercial/precificação, compras, contratos, TI/ERP e financeiro (caixa).
✅ Verdade “O crédito no IBS/CBS tende a ser mais amplo do que hoje.”
A lógica é de não cumulatividade, mas com regras e restrições (ex.: consumo pessoal).
❌ Mito “Crédito será automático.”
Crédito depende de documento fiscal correto, parametrização e conformidade.
✅ Verdade “Split Payment pode impactar o fluxo de caixa.”
Pode reduzir o “imposto no caixa” do fornecedor e exigir ajustes de capital de giro.
❌ Mito “A reforma simplifica tudo e acaba com a complexidade.”
Simplifica a lógica, mas aumenta exigências de dados, tecnologia e controle.
❌ Mito “Simples Nacional vai acabar.”
O Simples permanece, mas a competitividade na cadeia pode mudar (créditos e repasses).
✅ Verdade “Revisar contratos de longo prazo é importante.”
Cláusulas de tributos, reajustes e reequilíbrio precisam estar alinhadas à transição.
✅ Verdade “Cadastros (NCM, serviço, endereço/destino) viram ponto crítico.”
Erro de cadastro vira imposto errado, perda de crédito e risco de autuação.
❌ Mito “A reforma é só para 2033, dá para deixar para depois.”
A preparação começa antes (sistemas, cadastros, testes, processos e governança).

Materiais para download

Conteúdos organizados por categoria para apoiar decisões técnicas, estratégicas e operacionais ao longo da Reforma Tributária.

🧩 Documentos Práticos
Checklists, modelos de diagnóstico, roteiros de preparação interna, apoio à parametrização de sistemas e revisão de processos.

Fale com um especialista em Reforma Tributária

Quer entender, com números, o que a Reforma Tributária pode representar para a sua empresa? Preencha um breve formulário ou fale com a nossa equipe para avaliarmos o seu cenário e construirmos, juntos, um plano de ação adequado à sua realidade.